Phila7 | Quem Somos
Canada Goose Jacket Canada Goose outlet

Quem Somos

    Beto-Matos-foto2Beto Matos  é ator e autor. Formado em Artes Cênicas e Ciências Biológicas pela UNICAMP (1985/92), é integrante do Phila7 desde sua fundação em 2005, atuando e pesquisando a escrita dramatúrgica. Recebeu o Prêmio FUNARTE de dramaturgia/2005 com o texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si”, em co-autoria com Marcos Azevedo. Recebeu da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo o Prêmio Estímulo de Novos Textos de Dramaturgia de Teatro – 2008, para desenvolvimento do texto “O Homem da Camisa Branca – Para Além da Fresta”. Em 2012 é selecionado no Concurso de Apoio a Projetos de Criação Literária no Estado de São Paulo para desenvolver seu livro: “Amnésia Global Transitória”. Foi convidado em 2010 a lecionar o módulo “Web Teatro” para alunos de atuação e dramaturgia da SP Escola de Teatro. Trabalhou ainda na Companhia do Latão (2002-04), com a qual montou “Auto dos Bons Tratos” e “Mercado do Gozo”, com direção de Sérgio Carvalho e Márcio Marciano. Atuou também nos premiados longas-metragens: “O que se Move” (2012) de Caetano Gotardo, “Trabalhar Cansa” (2011) de Marco Dutra e Juliana Rojas e “Cristina quer Casar” (2003) de Luiz Villaça.

390480_273813509345650_301519086_nMarcos Azevedo é ator, diretor e dramaturgo. Possui licenciatura em Educação Artística com especialização em Artes Cênicas (Centro Artístico-Musical de Santos, CARMUS). Cursou a Escola de Arte Dramática – EAD (ECA/USP). Concebeu “Caliban” (solo/autor e ator), dirigido por Eduardo Bonito, e estreou no Edimburgh Festival/Escócia, seguido de uma temporada no Riverside Studios/Londres (setembro/97). Foi convidado pela direção do Shakespeare Electronic Archive do MIT (Massachusstes Insitute of Technology) para integrar o projeto Global Shakespeare. Os registros de “Caliban” passam a integrar os arquivos digitais de Shakespeare in Performance in Brazil. Entre 1994 e 2002, integra a Companhia de Ópera Seca, dirigida por Gerald Thomas, onde participou de 12 produções, entre elas “Deus Ex-Máquina”, “Ventriloquist”, “Nowhere Man” (Brasil e Croácia/ Festival Eurokaz), “Unglauber”, “Império das Meias Verdades”, “The Flash and Crash Days” (Trilogia da Besta/ Portugal) . Em cinema atuou em: “Carandiru”, de Hector Babenco, “O Invasor”, de Beto Brant e”Linha de Fuga”, de Alexandre Stockler. Em 2009, foi convidado a escrever para a mostra “Brando: O Ator no Cinema” e publica seu artigo “Máquina Brando – Uma Crítica Impossível”, pela Caixa Cultural no Rio de Janeiro.
Atualmente, integra o Phila7 (desde sua fundação em 2005). É co-autor (junto com Beto Matos) do texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si” – Prêmio Funarte de Dramaturgia/2005. Junto ao Phila7, além de atuar como dramaturgo e ator, dirigiu os espetáculos “FEBRE”, “O homem da Camisa Branca” e “Fausto Compacto” (Proac). Hoje desenvolve “Aparelhos de Superar Ausências”, contemplado com o Projeto de Fomento ao Teatro -2013.

1 - mirellaMirella Brandi – Artista Multimídia, Designer de luz e Diretora Artística. Formada em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes, Artes Cênicas pela USJT, Design de luz pela CITY_ LIT London. É sócia-fundadora da Companhia de teatro e novas mídias Phila7, onde desenvolve inúmeros projetos desde 2005. Pesquisa a mais de 20 anos, princípios da luz ligados ao desenvolvimento das artes cênicas e visuais. Parte da utilização de novas tecnologias, para gerar efeitos óticos e transformações espaciais provocadas pela luz. Desenvolveu inúmeros projetos de luz para ópera, exposições, shows, peças de teatro e dança contemporânea no Brasil, França, Itália, China e América do sul. Vencedora do prêmio PANAMCO de iluminação. Estão entre seus últimos trabalhos a concepção e direção geral dos espetáculos de dança contemporânea OP1, vencedor do Rumos dança, Panorama SESI de dança contemporânea com apresentações no motomix SP, RJ, NY e Montreal e o mais recente CRUSH. Em 2009, cria o coletivo Zilch que se apropria de linguagens artísticas distintas e aprofunda a relação arte/tecnologia para fins audiovisuais em instalações e performances. Vencedores do HTTP Vídeo, do Instituto Sérgio Motta, participam de inúmeros festivais como o “FAD” (Festival de Arte Digital) em BH, o LiveCinema na Oi Futuro RJ e Festival Digital e Eletrônica em Barcelona. Artista residente do MIS em 2011, onde desenvolveu a instalação imersiva, DIGITAL INTERRUPTION, junto ao coletivo Zilch. Artista residente da Berlin Biennale 2012 e do Instituto de Cultura e novas mídias ImpaKt na Holanda. Participou de inúmeros projetos de arte/tecnologia no File (Mostra de Arte Eletrônica SP e RJ), COMA linguagens digitais-BH, Mostra Internacional de arte e Tecnologia Sesc Cariri entre outros. Artista convidada do ROJO NOVA Cultura Contemporânea SP_RJ_Barcelona, do Live Cinema 2012 na Oi Futuro-RJ e da Mostra internacional SESC Cariri. Vencedora do RUMOS Itaú Cultural Cinema e vídeo 2013, com a performance multimídia BRANCO.

@ricardoferreiraRubens Velloso – Estudou com mestres como Eugenio Kusnet, Adhemar Guerra e Celso Nunes. Encenou O Círculo de Giz Caucasiano, A Alma Boa de Setsuam, Galileu, Terror e Miséria do 3º Reich, de Bertold Brecht; Os Físicos, de Heinrich Dürenmatt, entre outras. Explorou as diversas formas do teatro de vanguarda juntamente com o diretor Joe Chaikin, do grupo americano Open Theatre. Em 2000 dirigiu a cantata cênica Carmina Burana, de Karl Orff, e Il Guarani, de Carlos Gomes, ambas no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2002, dirigiu o espetáculo El Amor Brujo, no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande e a Cantata Cênica Peabirú;
É sócio fundador do Coletivo Phila7 e dirigiu os seguintes espetáculos do coletivo: Galileu Galilei de Bertold Brecht em abril de 2005. Convidado pelo produtor Eduardo Bonito, em 2006, dirige no Brasil o espetáculo Play on Earth em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) e Jeffrey Tan (Cingapura). A Verdade Relativa da Coisa em Si e RODA. Em 2008, dirige o espetáculo What’s Wrong with the World? em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) no Teatro OI Futuro no Rio de Janeiro. Em 2009 dirige  WeTudo DesEsperando Godot. E nos anos seguintes: Alice através do espelho, Occupy all streets e Profanações.

elenco_header_marisaMarisa Riccitelli Sant´ana – Sócia-fundadora e Produtora do Coletivo Phila7 desde sua criação, com larga experiência em produção, fez a direção de produção de óperas, peças, orquestras tais como Carmina Burana – Via Funchal, O Guarani e Mulheres de Verdi – Theatro Municipal de São Paulo. Foi coordenadora responsável pelo programa educacional Arte e Criatividade, no Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano e Diretora Administrativa, por 5 anos, da Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo (OCAM). Produziu todos os espetáculos do Phila7 e dois Cds: Villa-Lobos em Paris, agraciado com o prêmio Bradesco Prime em 2007, e Agua de Fonte com Claudia Riccitelli e Nahim Marun.
Desde 2008 passou a produzir o Festival dança e foco em São Paulo e em 2010 produziu dois espetáculos de dança internacionais: Conjunto di Nero de Emio Greco & Pieter Scholten e Royal Dance da Cia Moare Danza, dentro da Mostra de Artes do SESC 2010. Foi produtora da segunda edição do NOVO.   Em 2011, além dos espetáculos do coletivo Phila7, produziu Joel Inzunza e La Casa para a Bienal de Dança SESC e os espetáculos The Continuum: Beyond the Killing Fields da Cia Theatreworks de Singapura e Out of Time de Colin Dunne. Em 2012 produziu Profanações no OI Futuro Flamengo, de Rubens Velloso e Phila7 além dos espetáculos Gemelos da cia Teatrocinema, dentro do Festival MIRADA, o espetáculo DRESSING THE CITY the Angie Hiesl na Mostra SESC 2012 e o espetáculo VIOLET de Meg Stuart da Cia Damaged Goods.

One Response to: Quem Somos

  1. Andriole disse:

    Olá Mirella, é assombrosa a experiência que se dá ao travar contato com sua proposta, aqui exposta, na janela Phila 7. E mais ainda, os argumentos que acompanham as imagens evocativas, arrancando almas do sofá. Senti a estranha sensação de pertencimento, algo tribal, o que me deu a certeza do vigor essencial que anima a arte de vocês todos. Identidade e necessidade, que eu também alimento na minha arte, igualmente visceral, porém menos tecnológica – não por opção, mas por acaso de ser até aqui assim. Enfim, se um dia for possível, gostaria de conhecer mais de perto o Phila7, reiterar o gosto pelo caminho que abriram.
    ps: eu “curti” a página do facebook, e por ser mão dupla, se tiver curiosidade, veja meu perfil, notará a razão de eu dizer sobre “identidade e necessidade” entre o Phila7 e meus “posts”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Scroll to top
order baclofenbaclofenbuy propecia cheap online